01.26Segunda é dia de Música
Criativos leitores, escolhi a segunda-feira, não me questionem os motivos, como dia oficial da música aqui no Blog. Sem nenhuma pretensão em ser simpático a um estilo, ignorando rótulos e sem ambição de ser enlatado em alguma tribo idiota, apenas peço observação a quem não é tão obervado. Semana passada havia sugerido que escutassem a cantora Céu, que canta com jeito brasileiro diferente, delicioso se me permitem o clichê.
Hoje peço atenção a Forfun. Ahn? É Forfun. Desarme-se antes de ler. O CD mais novo, Polisenso (capa acima), é diferente de tudo que já produziram. Há cuidado com a qualidade musical e profundidade nas letras, com doses interessantes de batidas eletrônicas. Ainda que cariocas com pinta de surfistas, que são, a musica é boa de verdade. Sol e Chuva é a música quem embala o CD e me agrada bastante.
Ah, não gostou da sugestão. É? Sugira-me.
Abs e Boa semana.


Cara, conheço o For fun já tem um tempo, os caras melhoraram bastante de la pra cá, tanto na música quanto nas letras, é uma banda que não gosto muito do estilo, isso é gosto pessoal, mas reconheço que eles são muito bons no som que se propoem a fazer. Só não concordo com a parte que você diz que este disco é diferente de tudo que já produziram, é fácil você identificar na música deles influências de bandas como Sublime, NOFX e principalmente da “311″. Porém isso não é problema algum, acredito que atualmente originalidade é saber trabalhar com as boas referências, e eles sabem.
January 27th, 2009 at 1:37 pm
Olha, nem com cérebro em ponto morto forfun consegue ser ‘musica boa de verdade’.
Música (e banda) completamente comercial, pra tocar em trilha de Malhação pro cara “descolado” da série.
Não é pop, não é punk e nem rock.
Já que é pra sugerir, escute Rock Rocket.
Isso é rock pra quem gosta de música de verdade.
January 27th, 2009 at 2:16 pm
Opa, fala Fernandão… Quando digo diferente do ja produziram refiro-me a eles, em referência ao que a própria banda ja fez, ou seja, eles migraram de um estilo e ingressaram em algo que, ainda que já existente, diferente daquilo que próprio já fizeram.
Abs.
January 27th, 2009 at 2:26 pm
Sanidade, ainda bem que constrói-se o mundo a partir das divergências e é bom que leia o blog. Entretanto, enfatizei o “Desarme-se antes de ler” para que, ainda que não goste, observe. Não anseio que ninguém mude o gosto musical em virtude daquilo que penso e digo, mas peço apenas que observe e sem preconceito, se possível. Concordo sobre fórmulas prontas e músicas “malhacionistas” que fizeram, mas este último CD me surpreendeu e observei. Faça isto. Reafirmo que não tenho pretensões em ser crítico musical, falo o que penso sem querer ser rotulado por isso. Segunda que vem, tem mais. Tomara que outros não gostem, porque admito: eu gosto mais de quem diverge.
Abs.
January 27th, 2009 at 2:45 pm
Isso aqui tá ficando divertido! Só fico com pena do meu amigo Diego ouvindo esse tipo de “música”. Escutei o disco todo hj e me senti meio mal… Sei lá, essa leva aí de Forfun, Nxzero, Fresno, Detonautas, tudo pra público surfista, emo ou pseudo-rock, transformou negativamente a música no Brasil. Não que o estilo de uma tenha a ver com o da outra. Mas estão todas nesse balaio comercial. (não que outras boas bandas e artistas não tenha fins comerciais. Digo isso quando são “principalmente comerciais” em detrimento de algo mais elaborado e artístico)
“Música (e banda) completamente comercial, pra tocar em trilha de Malhação pro cara “descolado” da série.”
(true…rs)
Não gosto de Vanessa da Mata. Mas o fato de eu não gostar dela é diferente do fato de eu não gostar de bandas como essa. Nesse caso cai no gosto mesmo. Não gosto da voz chorosa dela. Mas é outra discussão.
Já que falei de Detonautas, na mesma proporção que a música deles é ruim, os textos do Tico Santa Cruz em seu blog são bons. Procurem aí no Google! Abços
January 27th, 2009 at 3:13 pm
1. Surfistas não podem ter músicas sobre o que pensam? Surfistas são ignorantes? Gabriel O pensador é surfista e é quase um consenso geral sobre a habilidade que tem em escrever.
2. Apelo comercial? Quando escutamos falar que tais bandas estão fazendo shows ou aparecendo em algum programa, ou vendendo discos em rádios, ou gastando milhões com clipes, ou demorando anos a vir para o 3º mundo, ou levantando a bandeira da paz em shows de milhões de doláres? Alguém vai me dizer que o Radiohead não investe milhões a mais em sua marca, lembrando que não vejo isso como algo ruim.
3. Qual a necessidade de uma música se pré-estabelecer em um estilo? Precisa-se definir rock, pop, sertanejo, punk ou qualquer outra coisa??
4. As bandas que as bandas criticadas ouvem e se inspiram são as mesmas que a maioria dos críticos escutam.
5. Criticar a musicalidade sustentado no fato de alguém usar franja ou passar lápis no olho é inverter a análise e conferir incapacidade à alguém apenas pelo que usa.
January 27th, 2009 at 4:28 pm
Bom do Tipo Isso é que dá discussão inclusive internamente, com os autores do Blog. Isso é bom e democrático! hehe Faz do nosso Blog uma diversidade interessante para os nossos leitores.
Quando digo apelo comercial, não os condeno. A não ser aqueles que estão aí com o comercial em detrimento à boa música. Mas o que é boa música? Discussão que nunca acabará. Como disse Nelson Motta: “Gosto não se discute e sim o mal gosto.”
Radiohead, como foi dado em exemplo pelo Diego, é uma banda que investe na marca e deve investir. Porém antes investiram na qualidade, em algo de “bom gosto” para os ouvidos que saberão recebê-los bem. Eles investiram em algo novo, elaborado e principalmente criativo. Eles são os diferentes, que por alguns momentos andaram na direção inversa, sem a pretensão de serem do contra e sim naturalmente diferentes. (até poderiam ter investido em uma franjinha e passado lápis no olho, mas não seria isso que os faria naturalmente diferentes.)
Outra: os Beatles. De outra forma foram diferentes na época deles. Inclusive a todo momento investiram em aparência, roupas, fantasias. Mas antes eles tiveram uma boa música. Tiveram ruins também, mas no geral uma das melhores obras musicais de todos os tempos. Se formos pegar a elaboração da musicalidade, da música-arte dos Beatles, bate mta bandinha até hj e por mto tempo a perder de vista.
Em um momento, em um vídeo do Forfun, vejo um integrante com a camisa do Pink Floyd. Poxa, é uma puta banda! Pena que eles não souberam utilizar a boa referência do grupo inglês em sua “obra”.
(arrumamos um jeito de colocar Radiohead, Beatles, Pink Floyd e o Forfun na mesma discussão. Mas, por favor, existe diferença na qualidade, na proposta e assim no resultado final.)
Assim como uma Ogilvy faz publicidade melhor que, vejamos, uma ABC Propaganda aqui de BH.
E como sabemos disso?? A gente simplesmente bate o olho e vê que é melhor. E realmente é. Eu mesmo já postei aqui no Blog, críticas a uma peça publicitária, que quem falar que depende de gosto pra dizer se é boa ou não, leva cocão, hein!
http://www.tipoisso.com/2008/11/21/quem-leva-o-presente-e-voce/
Com a música é DIFERENTE. A diferença é que ao invés de batermos os olhos e vermos, nós colocamos o fone e ouvimos. Em alguns casos, infelizmente assistimos tbm.
Ahh, agora volta a discussão de gosto né. Mas como disse Nelson Motta…
January 27th, 2009 at 7:53 pm
Bom, venho aqui também expressar minha humilde opinião, e gostaria de basear meu comentário em uma frase muito boa que o Diego escreveu: “ser diferente significa conhecer o que é normal desprovido das amarras que não lhe permitirão apreciá-lo do modo certo”.
Começando pelo Forfun como já disse, apesar de não gostar do estilo musical dos caras, acredito que quem escreve uma letra que contém coisas como os trechos das músicas a seguir possuem algo de bom para passar:
“O Homo se diz Sapiens, mas o que mais lhe parece faltar é a sapiência
Que o espeço-tempo é curvo, Einstein provou a partir de um lampejo
Realmente não sei se o que você chama de verde é a mesma cor que eu vejo”
(For Fun – Panorama)
“Navios negreiros não cruzam mais o oceano
Mas o trabalho e o dinheiro continuam escravizando
Impondo ao mundo a cultura do capital
Materialismo, acumulo e o pensamento individual”
(For Fun – Escala Latina)
Não são as melhoras poesias já escritas, mas enchergo uma tonelada de boas intensões nessas músicas, sera que alguém percebeu isso antes de analisar com os ouvidos preconceituosos? A Mallu Magalhães por exemplo (até gosto dela) é o ícone das influências cult (os diferentes), e escreve coisas como:
“If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don’t know where I am, I’ll be tchubirubing”
Precisa comentar sobre a profundidade da letra? Será que ela aprendeu isso com o Bob Dylan?
Viro um clichê rotular bandas como Fresno e NX Zero atualmente, mas são poucas as pessoas que sabem como esse tipo de banda surgiu. Posso falar um pouco da Fresno porque conheço sua tragetoria. Esses caras antes de serem contratados por uma gravadora conseguiram vender 30.000 copias de um de seus discos, alguém aqui tem noção do que isso significa? Para você ter idéia o músico ganha um disco de ouro quando vende 50 mil copias. Você sabe qual foi o grande apelo comercial deles? Foi simples, divulgaram suas músicas no my space, trama virtual e etc. Estes recursos estão disponíveis para qualquer pessoa que quiser usar, e para mim se alguém consegue chegar ao ponto que eles chegaram com isso acredito que tem alguma coisa boa ai.
Acredito que gostar e ver pontos positivos em bandas como Beatles, Pink Floyd, Radiohead e etc seja muito fácil. Ter coragem de procurar saber o que as bandas tachadas de emo e lixo comercial realmente são é difícil.
January 27th, 2009 at 9:23 pm
Não acredito que seja muito fácil pra todos, absorver bandas como Pink Floyd, Beatles e Radiohead.
Se fosse tão fácil assim como dito, ao analisarmos as paradas da Billboard, veríamos uma predominância de coisas interessantes por lá. Abaixo a lista de Agosto de 2008 de quem estava no TOP 20:
1. Rihanna » Disturbia
2. David Archuleta » Crush
3. Chris Brown » Forever
4. Katy Perry » I Kissed A Girl
5. Coldplay » Viva La Vida
6. M.I.A. » Paper Planes
7. Kardinal Offishall Featuring Akon » Dangerous
8. Rihanna » Take A Bow
9. Ne-Yo » Closer
10. Taylor Swift » Change
11. Estelle Featuring Kanye West » American Boy
12. Lil Wayne » A Milli
13. Young Jeezy Featuring Kanye West » Put On
14. Jesse McCartney » Leavin’
15. The Pussycat Dolls » When I Grow Up
16. Chris Brown » Dreamer Jive
17. David Banner Featuring Chris Brown » Get Like Me
18. Leona Lewis » Bleeding Love
19. Lil Wayne Featuring T-Pain » Got Money
20. Jonas Brothers » Burnin’ Up
E o que as pessoas absorvem mais facilmente? Desse pessoal aí, conheço cerca de 10. Uma delas, considero bacana e bem elaborada. Não peguei as letras e vi se tinham boas intenções ou não. Sei que vender nem sempre é sinal de qualidade. É uma pena o Jonas Borthers, banda excelente, não estar em 1º né. Será que vendeu pouco?rs Desculpe-me pela ironia dos Brothers. Se pegarmos um álbum do (já exemplo) Pink Floyd como o Réquiem Final CUT, é excelente e foi mto pouco vendido. Se vender fosse sinal de qualidade e elaboração, o Ifart, software que simula peidos no iphone, não estaria dando lucros de dez mil dólares por dia a quem o inventou. Bom, tudo bem, pelo menos é criativo e simples. É tudo uma questão de gosto. E como disse o Nelson Motta… rss Chega!
Abços
January 28th, 2009 at 1:21 am
mulekada chata de discursao chata. peloamor de deus guilherme vai escutar o for fun ate morrer agora meu brother. concordo contigo que essa mulekada aqui do rio e uma merda e faz musica de play da Malhacao. mas os brother teu tao insistindo pra vc escuta, entao escuta e para de enxer de resposta. ae fernando, tu parece que saca de musica ae mais para de defender essas merda. nao significa nada vender e essas letrinha do for fun de merda…..e fresno?pior ainda, o diego, o blog ta legal mais tdo que tu escreve tem as palavras -pretensão-egocentrismo -sempre referindo a tu.acho que tu e pretensioso, arrogante aqueles publicitarios que tem rei na barriga. leio o blog desde o ano passado quado vi la no orkut, mas para com essas merda. que indica uma banda boa aqui do rio? orquestra imperial. ai comeca a melhorar o blog. e para agora de falar de
January 28th, 2009 at 2:06 am
Apesar de não gostar das bandas que citei, eu me sentiria muito prepotente (e não gosto disso) ao dizer que estamos discutindo aqui o mal gosto de alguém, por isso não gosto da frase do Nelson Motta, prefiro dizer que estamos debatendo sobre as diferenças de gosto.
Mas, além disso, procurar saber a verdadeira raiz de qualquer coisa antes de se aderir a qualquer rótulo preconceituoso tinha que ser um exercício que toda pessoa deveria praticar, principalmente nós publicitários. Por que o ifart vendeu tanto? Apesar de ser uma grande bobagem, um software que reproduz peidos, pelo que sei esta sendo vendido diretamente no site da Apple, e isso com certeza para mim já é um grande apelo comercial, porque atualmente se a Apple inventar a ipedra vai vender pra caralho. Agora o Fresno vendeu muito utilizando o que esta disponível para qualquer pessoa usar, como eles fizeram isso?
Ta bom, vender não é parâmetro para dizer se algo é bom ou não. Eu pelo menos não me acho um Nelson Motta, nem mesmo tenho uma formação musical para dizer que a musica de alguém é ruim. Então para nos mortais qual seria o parâmetro?
Vamo perguntar pro Nelson Motta?
January 28th, 2009 at 10:49 am
Opa, vou dar o meu pitaco aqui também. E bom, vai ser a opinião de quem realmente curte a banda há um tempinho (Fernando sabe disso).
Bom, acredito que esse cd do ForFun é diferente de tudo o que vem sendo feito pelas atuais “representantes do rock nacional” como Strike, NX Zero e Fresno. Os caras mudaram a linha de pensamente totalmente do “Antes era garotinha apaixonada que me ligava todo dia preocupada” pra letras com um tom mais consciente e politizadas como as que o Fernando citou.
Pode ser que seja música pra surfista, mas, em questão de evolução musical, acredito que o ForFun está alguns anos à frente das demais. Quem acompanha a banda pode ver nas discussões da comunidade que os próprios fãs a princípio não entenderam ou aceitaram essa mudança, em partes até por tratar de assuntos que a grande maioria do público (15 a 18 anos) desconhece ou não compreende.
Vale a pena escutar esse cd justamente pra notar essa evolução deles, tanto na mentalidade como musicalmente. Se não quer prestar atenção nas letras, preste atenção nos Dubs, nas levadas de reggae. O cd tem bem mais atrativos e, na minha opinião, não se enquadra no atual público de Malhação não.
January 28th, 2009 at 2:32 pm
O fato é que apenas pedi atenção à banda. Não disse que são melhores que os Beatles, que são a tradução do rock nacional, que cumprem papel social importante ou etc.
Apenas disse e reafirmo. Obervem.
Observar não significa orientá-los à adoração daquilo que não gostam, mas ao criticar não sustentemos nossas opiniões somente naquilo que escutamos, porque, assim sendo, pouca coisa será boa.
January 28th, 2009 at 2:41 pm
No Rio de Janeiro existe um movimento que não se considera emo e na verdade não são. Pelas grandes quantidades de praias e surfistas, foi criado um movimento paralelo ao do Brasil todo, e que não tem um denominação específica. Bandas como Forfun, Darwin entre outros se encaixam nessa “tribo”.
Já conhecia o forfun de outros cd’s e já gostava, mas esse novo cd deles está realmente muito bom. Mesmo se eles forem emo, punk rock, rock ou qualquer outra coisa, a banda é muito boa em si, as letras que escrevem ficaram muito boas e foge do padrão do que qualquer um escreve hoje no Brasil.
Todo mundo que conheçe Forfun tem uma idéia de que é banda de Malhação e tal, mas esses que falam isso, provavelmente não ouviram esse novo cd, e axo q 1 ou 2 músicas se encaixariam na Malhação.
As pessoas tem que acabar com esse preconceito idiota que existe sobre certas músicas, primeiro tem que escutar para depois criticar, e escutem esse cd, pois realmente é muito bom.
Cito agora alguns trechos de músicas desse cd, para que as pessoas vejam que nao é qualquer coisa que eles escrevem, e oq escrevem não é besteira:
Embora o seu conceito não mude
Espero que você não me julgue
Porque eu jamais vou te julgar
Felizes são aqueles que não vêem fronteiras para se expressar - (Sigo O Som)
Embriagada no egoísmo que lhe embaça a visão
A humanidade enxerga a vida como competição
O concreto toma conta do que era verde
Desequilíbrio, miséria, fome e sede
Essa lógica corrói os seres humanos
Fode o planeta e seus recursos naturais
Ignora o fato da existência de outros planos
E nos afasta de avanços espirituais
Neoliberalismo, monocultura, padronização
O aquecimento global já não é ficção
Movidos pelo lucro, a vaidade e o poder
Homens mortos pelo ego antes de nascer - (Gruvi Quântico)
Vivemos rente aos trópicos
Onde as águas de março costumavam fechar o verão
Alimentamos pensamentos utópicos
E usamos a biodiversidade como fonte de inspiração
Vejo uma senhora vendendo balas em frente ao metrô
No campo, máquinas substituem o agricultor
Imagino como era tudo no tempo do meu avô
Quando não existiam telefones celulares, garrafas pet e nem isopor
De relance me vejo pedalando um camêlo
Coqueiros e areia em primeiro plano e ao fundo um navio petroleiro
Calotas polares derretem e modificamos códigos genéticos em nome da ciência
O Homo se diz Sapiens, mas o que mais lhe parece faltar é a sapiência
Que o espaço-tempo é curvo, Einstein provou a partir de um lampejo
Realmente não sei se o que você chama de verde é a mesma cor que eu vejo
Alheia a isso, a maioria continua exaltando o luxo e a propriedade privada
Esquece que caixão não tem gaveta
E que dessa passagem, a aprendizagem é a única bagagem levada - (Panorama)
Suponhamos que eu jogue uma pedra num rio
E essa pedra assuste um peixe que aí saia saindo
Quanto à ordem natural e ao que chamamos destino
Estaria participando ou estaria interferindo?
Somos um pouco de tudo, e muito de cada pouco
O espaço vazio de um polígono oco
Somos os pingos da chuva e a água dentro do coco
O suspiro de alívio, quando passado o sufoco - (Eremita Moderno)
Navios negreiros não cruzam mais o oceano
Mas o trabalho e o dinheiro continuam escravizando
Impondo ao mundo a cultura do capital
Materialismo, acúmulo e o pensamento individual
O sangue e o suor dos povos do mundo inteiro
São oferendas colocadas no altar do deus dinheiro
Mas essa forma de existência desumana e limitada
Será em breve abolida e pelo amor superada - (Escala Latina)
January 28th, 2009 at 3:56 pm
Isso me lembra a velha discussão “apocalípticos e integrados”, onde ninguem chega a conclusão nenhuma.
January 30th, 2009 at 9:01 pm
[...] parece que o Diego ficou intimidado com os comentários do último segunda é dia de música dele, resolvi hoje, terça-feira, mandar minha dica musical. Venho aqui dar a minha cara a tapa, e [...]
February 3rd, 2009 at 4:39 pm