04.23Conhecimento sem fronteiras

Criativos leitores, tenho vivido um tempo de reflexões contínuas e ininterruptas. Tudo e todos levam-me à análises cada vez mais profundas e que me aproximam de um mundo sem fronteiras, de um lugar onde somos protagonistas da construção de nosso próprio crescimento, de um universo que não mais restringe o acesso a informação e é responsável por mudanças profundas, simultaneamente ocultas e progressivas, em mim e em você. As vivências vão se misturando em um emaranhado de experiências cuja as trocas não exigem muito mais do que você tem. A disposição em agir e a audácia em aceitar as transformações é o degrau que inicia a caminhada do progresso e o conhecimento não mais carece de modelos e didáticas tradicionais. Você o faz segundo seus próprios métodos e objetivos. É aí, criativos leitores, que o mundo vai diferenciar os “iguais”. É nessa curva que recomeçam as desigualdades, com a sutil diferença de que conhecimento não é mais propriedade de alguns. Assim, certo ou errado, conflito-me diariamente com métodos e objetivos distantes dos que considero essencialmente importantes. Vejo um mundo com segundos desperdiçados, vejo um mundo com objetivos vazios e carentes de propósitos consistentes. Vejo demasiada fragilidade em orientar condutas e observo ausência lógica na disposição em compreender o que somos, o que queremos ser e o que pretendemos devolver ao mundo. Nunca acreditei que DNA, dinheiro, transporte e escolas eram garantia de conhecimento e hoje certifico-me, cotidianamente, que de fato não são. O mundo, na amplitude que quiser compreender do termo, é meu e seu sem precisarmos de aviões para trafegá-lo. A disposição em aceitar a mudança é o ensejo para a transformação. Por fim, criativos leitores, o texto não traduz a verdade universal e tão somente transcreve o que acredito.
Abs;

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