Amigos, amigos. Negócios,… você já conhece o resto!!!

Criativos leitores, após alguns anos, bem poucos ainda, vivendo a felina rotina de uma agência, concretizo hoje a primeira etapa da minha vida profissional. Não, não estou me despedindo de nada nem de ninguém, até porque nunca escolhi profissão. Publicidade nunca foi meu trabalho, é minha vida.

É a fragilidade do limite que divide as relações que, agora, estão sendo compreendidas com o pragmatismo que o mundo corporativo impõe. Aprendo hoje, após recorrentes erros, a me conduzir prático e objetivo, na subentendida relação de amigos e trabalho. Não defendo um sistema egocêntrico, por si só impraticável em qualquer organismo de múltiplos agentes, mas certifico-me de que individualidades são o esqueleto de uma equipe. Reflito sobre erros que experenciei e a lentidão em tratá-los com sabedoria. Demorei a assumir uma vida profissional com o equilíbrio necessário e com a certeza de que profissionalismo não é estupidez ou desumanidade, é foco. Agora, vivencio a exclusiva responsabilidade pelo êxito ou não.

Em uma agência, em que o objeto de mercado é a manifestação individual de idéias, desavenças se agigantam e debates se acaloram. A melhor resposta, seja qual for a crítica que lhe impuserem, é a capacidade. É a certeza de que em você pode se confiar. Trabalhar não é fazer amigos eternos, predispõe objetivos e resultados. A amizade é consequência de uma conduta respeitosa e firmemente oposta à passividade. Por fim, sou eternamente grato aos amigos que fiz na profissão, os quais devoto profunda admiração e respeito.

 

Abs;

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