12.31Feliz Ano Novo
And get free coffee for the rest of the year!
>>Este post foi escrito por Guilherme
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É impressionante a capacidade que algumas pessoas têm em ser cara-de-pau. Mto engraçado:
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Eu sei que o Gui, já falou do show do Roupa Nova aqui, mas esse que eu fui é um pouco melhor.
A minha odisséia até o show do AC/DC começou no dia 1 de outubro, as 00:00 hrs quando eu e mais 4 amigos, esperávamos de prontidão em frente ao computador, esperando conseguir comprar os ingressos. Uma hora de dor de cabeça até o momento que eu finalmente consegui concluir a compra de 5 ingressos para pista. Mas a maratona pelo ingresso não parou por aí, a Ticketmaster e seu sistema ridiculamente ineficaz, não enviou nem uma confirmação de cobrança ou de qualquer problema, durante os seguintes 15 dias, até quando finalmente o valor dos ingressos foi debitado do cartão de crédito que usamos. Mais alguns dias de paranóia e sofrimento e os ingressos chegaram - exatamente 22 dias depois da compra.
A primeira etapa estava concluída, tinhamos os ingressos, pagamos a excursão e daí até o dia 26, o dia em que partiríamos para São Paulo, não parei de ouvir os discos do AC/DC.
Chegou o dia da partida, juntamos os amigos, algumas garrafas de Jack Daniels, e após um “esquenta” bem divertido fomos para a Praça da Liberdade para pegar o ônibus.
A excursão foi bem bacana, apesar de ter durado 4 horas a mais do que o esperado devido ao trânsito de São Paulo, e um infeliz ter levado um DVD do Bob Esponja que ficou em loop por quase uma hora.
Chegando em São Paulo, descemos do ônibus e depois de um intragável cachorro quente com todo tipo de queijo artificial possível fomos procurar o nosso portão, e já entramos em uma fila gigantesca.

Algumas horas na fila e finalmente entramos no Morumbi, a chuva já havia caído forte umas 2 vezes, mas consegui ficar um pouco seco devido a uma “capa de chuva” que comprei de um ambulante por 5 reais.

Entramos e já fomos direto para perto do palco, encontramos um bom lugar, nos sentamos e esperamos por cerca de 5 horas até o primeiro show começar.

Com o passar dessas horas, pontualmente as 8:30 e algumas águas de 5 reais depois, Nasi sobe no palco e começa a tocar, e após umas 6 músicas sai do palco, e os roadies do AC/DC preparam o palco para o show.
As luzes se apagam, um vídeo alucinante de um trem em alta velocidade começa passar e ao final dele ao se chocar, o telão se abre revelando uma incrível locomotiva, seguido da banda tocando Rock’n Roll Train.
Brian dá uma pausa entre as músicas e brinca “Não falamos bem ‘brasileiro’ (sic), mas falamos rock n’ roll”. A segunda música tocada é Hell Aint a Bad Place to Be, que mesmo não sendo uma das minhas preferidas, mas ao começar Back In Black, o público vai ao delírio e a minha tentativa de filmar a música foi imediatamente impossibilitada pela galera e até por mim pulando como loucos.
A medida que o show foi correndo, eu fui ficando mais cansado e sem energia pra pular. Mas ao tocarem as minhas preferidas, eu acabava pulando do mesmo jeito. O show foi correndo com destaque especial para Dirty Deed Done Dirt Cheap e Thunderstruck, finalmente chegou a hora de Hells Bells. O sino gigante desce e Brian Joh
nson toma distancia na passarela, vem correndo e pula na corda presa no badalo do sino, balança por alguns segundos enquanto a introdução da música começa, Brian desce do sino e começa a cantar. Achando que teria tempo pra respirar, começa Shoot To Thrill, uma das minhas músicas preferidas, guardei a câmera e comecei a pular junto co
m a multidão eufórica.

Após a música War Machine - última do álbum “Black Ice”, começa a sequência de clássicos; Dog Eat Dog, You Shook Me All Night Long (cantada em uníssono), T.N.T. E na chamada de Whole Lotta Rosie, Brian brinca falando “Trouxemos uma antiga namorada para o show de hoje”, e uma gigante e gorda Rosie inflável, de luvas, sutiã e cintas-liga vermelhas, toma forma montada na locomotiva do Rock’n Roll Train e “galopa” em cima da locomotiva durante a música, batendo o pé no mesmo ritmo. Para o fechamento, a fantástica música Let There Be Rock que foi ilustrada por um clipe de fotos de
toda a carreira do AC/DC, encerrada por um incrível solo de Angus Young de quase 20 minutos! A banda sai de palco, mas o público continua firme. Poucos minutos depois, a banda volta ao palco ao som de Highway to Hell, destruindo o que sobrou do público.

Os canhões aparecem e Angus começa os primeiros acordes de For Those About to Rock, que acaba sendo sem dúvidas a melhor música do show, encerrado com fogos de artifício.
Depois de meia hora para conseguir sair do Morumbi, voltamos para o ônibus, que demorou 2 horas pra aparecer. E esse foi só o começo dos nossos problemas, o ônibus teve que ser empurrado, e quando estávamos próximos de BH, acabou o combustível. Mais algumas horas parados e finalmente conseguimos chegar em casa.

Apesar de todos os problemas, valeu cada hora perdida na viagem e nas ligações para a Ticketmaster.
Sem dúvidas, o show da minha vida.
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Esse filme foi feito pela agência Ponce, de Buenos Aires para o mercado europeu.
Mesmo sendo uma agência argentina, o filme é sem dúvidas, um dos melhores filmes publicitários que eu já vi.
AWESOME!
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O Diego nos enviou esse link. Como ele raramente passa por aqui para postar, resolvi fazer por ele. O site abaixo, é um dos mais “du caralho” que já vi. Trata-se do portfolio de um francês que se chama Diego Monetti.
Ele tem uma atuação presunçosa. Bota o peito pra frente e fala “sou o melhor”. Abaixo da imagem dele tem os links em que ele responde perguntas. Uma delas é Qual a sua visão sobre a internet? A resposta começa: “Eu não trabalho na internet, nem para a internet. Eu sou a internet.” Vale a pena checar a criatividade do cara. Pena que para ver suas criações temos que mandar um e-mail. Mandei o meu, vamos ver se chega. Clique na imagem abaixo:
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Bem, como já fui apresentado pelo Gui, como o estagiário cigano, eu não preciso falar mais nada sobre mim.
Rá. Errado.
É verdade que eu sou descendente de ciganos, mas não é algo que altere muito no meu comportamento, exceto pelo fato de sempre carregar comigo meu punhal, e um pouco de ouro roubado.
Quanto a ser estagiário, apesar do termo ser um tanto pejorativo hoje em dia, é verdade. Mas já pedi à rapaziada para me chamar de Diretor de Arte Jr, Assistente de Arte ou simplesmente Mestre.
Parando com a enrolação e com as piadinhas sem graça pq são 2:50 e eu tenho que trabalhar amanhã.
Esses anúncios aí embaixo foram feitos pela Coussete do Canadá.



No texto
“Nós não podemos fazer isso sozinhos. Para nos ajudar a contruir nossa nova localidade, visite vsocc.org.
Sociedade dos Centros Infantis de Vancouver”
ou algo do tipo
Stay cool!
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Vou expor o que tenho pra dizer da seguinte forma:
As duas amostras de imagem, tirei em dois momentos diferentes essa semana. A plotagem do caminhão, registrei quando estávamos indo almoçar e todos da agência começaram a analisar os pecados ao bom gosto e ao bom design. Outro, o do rato, foi o estagiário aqui da agência que trouxe lá da faculdade dele, que não posso citar o nome. Aproveitando a citação, em breve esse estagiário, o Daniel, único descendente de cigano que conheço, começará a escrever aqui no Tipo Isso. O cara tem um ótimo senso de humor e será uma grande contribuição aqui no blog.
Voltando às imagens sordidas da semana. Não concentrarei minhas análises na plotagem do caminhão feita no Cóoorel, utilizando um degradê bunituu; sombra estililosa no logotipo do cliente; um balão com os telefones e montagem de primeira no photoshop (ou quem sabe usou o Photopaint da Cóoorel né?). Me assustou muito mesmo foi o cartaz do rato. O cara está dizendo para estudantes, como não ser esse ratinho falando “Puts” aí no cartaz. Mas o curso dele não. O dele fica na cabeça. O método deve ser muito bom, visto a qualidade conceitual e imagética da peça. Tipografia então, nem se fala. Conceito até que não condenaria à forca, muitos professores de softwares nem sabem o que significa essa palavra. Poxa, e a parte técnica? Você, fiel leitor do Tipo Isso, faria esse curso?
Isso me faz lembrar quando tive a ideia errada de fazer um curso de design gráfico, ainda no primeiro período de faculdade. O professor, no dia da prova do Corel (sim, fiz esse curso), pediu para fazer um outdoor. Ele me pediu pra abrir um palco 9×3m. Sim, METROS. O computador travou e acho que até hoje ele não sabe o motivo.
Mas faça um curso desses. Pelo menos será bom conhecer o lado negro da força e ter uma visão mais apurada ao chegar no outro lado.
>>Este post foi escrito por Guilherme
Du caralho esse video da Yamaha. Sem mais comentários:
>>Este post foi escrito por Guilherme
Ainda não vi nada como isso. Tá certo que não posso ser considerado uma enciclopédia da propaganda contemporânea. Na feira de livros de Frankfurt (Franfurt Book Fair), pequenos tags, ou mini-banners foram presos em 200 moscas para divulgar o stand de uma editora, a Eichborn. Os ultra light banners foram colados com uma cera natural e depois de um tempo eles caiam sozinhos evitando que as moscas se ferrisem.
Ótima ideia, além de boa ação de branding; a marca é uma mosquinha, “A Editora da Mosca”. Soma-se a isso a “viralização” do vídeo.
Vejam abaixo:
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