De Roupa Velha

Para reparar o castigo que impus aos meus ouvidos no último domingo, resolvi escrever sobre como é ruim o show do Roupa Nova. Que a música era ruim o meu bom senso já havia identificado desde a primeira vez que os ouvi. Mas o show consegue ser pior. Sim, porque além de termos que ouvir letras idiotas, algumas óbvias outras sem nexo, tivemos que ouví-los conversando com a gente, o público. Putz, como os caras conseguem ser ruins até na hora de falar. Chamavam a gente de “maravilhosos”. Quando eles citaram os Beatles, aí nasceu uma revolta em mim. Claro, porque se eles têm os Beatles como referência tanto na música como nas letras, eles deturparam o bom gosto e estão fazendo John e George se revirarem no túmulo cada vez que eles pronunciam o nome da banda de Liverpool. E o melhor pior, foi quando disseram que alugaram o Abbey Road 2 para gravar, acho que o disco novo deles. Deveria ter na portaria do Abbey Road um cara para escutar as músicas da banda que chega afim de alugar o estudio eternizado pelos Beatles. No caso do Roupa Nova, esse carinha da portaria já os mandaria de volta para casa.

Foi um feriado regado por shows sertanejos, estilo muito pouco admirado por mim. Constatei algo interessante nessa bateria de shows. O guitarrista do Zezé de Camargo e Luciano toca mais rock n´roll que qualquer um do Roupa Nova. Vi alguns solos de guitarra no show do Zezé (sim, abreviação mais comum entre os fãs) que mostram a revolta do cara ter que fazer aquilo por dinheiro. As referências são várias. Os caras intercalam, meio que subliminarmente, riffs de grandes bandas de rock. Já o Roupa Nova, quando voltou ao palco depois de a galera gritar “Volta, volta” e eu “Vai embora, vai embora, por favor meu Deus me ajude”, começou a cantar alguns sucessos internacionais. Eles conseguiram fazer algo pior que o Emerson Nogueira, aquele cover profissional.

Para não dizerem que é exagero meu, resolvi colocar aqui um clipe que vi no telão do show e cantado por aquele carinha do Roupa Nova que toca com uma guitarra da Hello Kitty. Sim, não estou brincando, Hello Kitty. Vai abaixo, quem quiser não precisa assistir. Mas se for, faça direito e ligue o audio.

É impressionante como eles não conseguem fazer nada que preste, mesmo tendo viajado milhas e milhas para a Inglaterra, sob a inspiração que Londres e o Abbey Road proporcionam.

Gostaria, para finalizar, de copiar um texto que li no site deles hoje.

“Estava criada a mais consagrada banda brasileira, que mantêm quase trinta anos de sucessos ininterruptos, os mesmos componentes e os mesmos sonhos, unindo três gerações de fãs no gosto por sua música, simples, mas densa e popular, embora sofisticada”

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The Moscow News

Encontrei hoje esses anúncios de um jornal russo, o Moscow News. Me lembrei até de algumas análises que tivemos na pós-graduação essa semana. Justamente sobre criatividade diferenciada em capas de jornal, dizendo de forma resumida. Havia uma capa do Correio Braziliense que de uma forma interessante falou do 11 de Setembro. Infelizmente não encontrei a matéria. Abaixo os anúncios russos:

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Big Clock Moto

Que as pizzarias já fazem esse negócio de entrega em meia hora ou o seu dinheiro de volta, todo mundo já conhece. Agora divulgar de forma interessante como essa, ainda não vi. Para dramatizar mais a promoção da “meia hora”, a Pizza Hut colocou um grande relógio de contagem regressiva no baú dos motoboys. Acima do relógio, o texto: “Time Left to my delivery” (Tempo restante para a minha entrega). Muito bacana.

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O tesão ainda é maior que a decepção! Eu acho que é.

Que o mundo da comunicação não são 40 sexies virgens sensualmente saracoteando os quadris perto de mim, pouco depois de presenciar meu time vencer o maior rival aos 45 do segundo tempo e no exato momento em que acabo de descobrir que ganhei, sozinho, 70 milhões na mega-sena, eu já sabia. Mas, convenhamos, eu não refleti sobre a possibilidade de caminhar em brasas com gasolina nos pés, ou de desfrutar do prazer sobrenatural de usar coroa de espinhos e tão pouco experenciar situações tão agradáveis quanto, se turista no Iraque, um desavisado utilizar camisetas “Eu amo George Bush”. Com certeza, as imperfeições inerentes à vida de qualquer pessoa explicaria alguns jobs pouco interessantes, mas, em muitos momentos, penso que nem Pinochet é merecedor dos infortúnios da vida publicitária, ou melhor, da subversão dela.

Ratifico, dia-a-dia, a crença na imortalidade da alma, porque só mesmo um histórico muito pecaminoso em vidas passadas justificariam os “chutes no saco” das opiniões inimagináveis que nos invadem por todos os lados. Somente a reencarnação tem lógica que ampare o parentesco próximo que alguns clientes tem com Hitler e que muitos telefonemas sejam prenúncios de condenação ao mergulho nu e de olhos abertos no Tietê. Entre ironias e hiperboles, o assunto é sério embora não se apresente. O desabafo resulta das decepções e suspresas decorrentes de uma constatação: estamos imersos na comunicação sem foco, intuitiva e roteirizada. Sim, você pode não acreditar, mas é a mais límpida de todas as verdades. É inexplicável como se produz, e pior, como se multiplicam, merdas ineficazes, sem as fibras da criatividade e construídas no intestino do lugar comum.

Eu pensaria, se não sobrevivente às relações que critico, ser impossível crer que, em um mundo prestes a interconexão total, da interação em rede, da multilateralidade e flexibilidade, ainda coexistam comunicadores Mães Dinah (Eu sei que vai dar certo porque eu sinto que vai) e Poderoso Chefão (Faz que porque eu estou mandando, capice!). A verdade é que o cotidiano tortura, para não dizer assassina, o tesão de fazer da comunicação instrumento do mundo que ela própria anuncia, melhor e mais justo. A libido que a propaganda devolve aos que a amam ainda é capaz de excitar sem viagra, embora a não iquidade de poderes entre os “parceiros” (clientes pagam, nós fazemos) e a cultura do não ouvir, sejam capazes de brochar qualquer ereção criativa.

Questionar os comunicólogos em seus estômagos, contestando o amentoado infecundo de sugestões (imposições) que vomitam é papel de quem ainda acredita que fazer a coisa certa sobrepuja as desilusões da relações. Permitir a ação cruel do futuro sobre os clientes e depois sorrir ardilosamente, pensando eu avisei como faz um cônjuge traído, não é papel dos amantes da comunicação. Não é o meu.  O tesão publicitário perpassa na preeliminar do “fazer a coisa certa”, e não do gozar por gozar, sendo a transa, realmente válida, intensa e inesquecível, quando todo o prazer da relação for comportilhado.

Até;

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Desde novo

Habilidade exclusivamente masculina:

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E você, em que acredita?

Abaixo um vídeo, com acusações de um médico chamado Leonard Horowitz. No vídeo ele diz que o vírus Influenza A subtipo H1N1, o vírus da “gripe Suína”, foi criado em laboratório para aumentar o bilionário faturamento de fabricantes de vacinas, com apoios governamentais. Horowitz, defensor da medicina holística, apresenta alguns títulos em que fala da “Saúde Corporativa” e dos “Piratas do DNA”. Bom, não deixem de assistir e comentem respondendo a pergunta: Em que vocês acreditam?

>>Este post foi escrito por Guilherme

Onde elas estão?

Criativos leitores, antes, e acima de tudo, desprenda-se do feminismo que talvez envolva sua aura e preocupe-se com o que quero dizer, afinal compreender também é um exercício de humildade. Em contrapartida, me comprometo a abdicar de conteúdos propositadamente alocados em entrelinhas e afins. Sem lero lero, indo direto ao cerne da questão incita o post, pense comigo: mulheres e direção de arte não desfrutam de boa relação. Ponto.

A minha visão adorna-se de postura machista cretina? Não sei.

Internetei por agências around the world de todos os tamanhos, mergulhei em comunidades virtuais, nos awards pulverizados por todos os lados e, sobretudo, constatei nas seleções que fiz na agência e permiti a mim concluir que direção de arte é coisa pra macho, ou melhor, para sujeitos com derivações masculinas ou perto de. Infelizmente, pois seria um mundo deveras excitante ser rodeado de criativas. Reitero o nulo valor empírico de minha constatação, que se debruça apenas sobre minha exclusiva e limitadíssima observação. De volta ao assunto, mas por que? Homens são mais hábeis com cores e formas em áreas reduzidas? Os XY fruem de mais apurada noção espacial em áreas manualmente manipuláveis? Putz, não sei, mas o cotidiano impulsiona inferências claras que formataram minha opinião que se sustentam nos link equipes de sites de algumas agências (abre parênteses, agências que ainda insistem em colocar a equipe de trabalho sorridentemente potoshopada, fecha parenteses). Tá, mas o que cerca o universo feminino arte-limitador? Onde estão as restrições que impedem o trabalho mental austucioso das garotinhas? Seriam perguntas sem validação alguma? Por fim, eu realmente não me importo com o julgo de feministas ou rótulos quaisquer, o fato é que o mundo que cerca a direção de arte das agências é povoado por homens. Por que? Também quero saber. Proponho: arte-criativas do mundo uní-vas.

Boa semana!

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Como usar Corel Draw

Taí! É exatamente dessa forma que utilizamos o Corel.

Boa ferramenta essa do Save As.

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Strong Bones

Ossos Fortes.

Criação: Saatchi & Saatchi, Mumbai, India.

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Michael in Wonder Room

Clique abaixo e veja algo Interessante. Coleção de toys e games do rei do pop, Michael Jackson.

 Vi primeiro em: Tom Comunicação.

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